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Inovação incremental e disruptiva: diferenças e quando apostar em cada uma

Lâmpada feita de papel amassado acesa sobre fundo azul escuro

Nem toda inovação muda um mercado inteiro, e nem precisa. A maior parte das melhorias que mantêm uma empresa competitiva é discreta: uma embalagem mais prática, um processo mais rápido, um recurso novo num produto que já existe. Outras, mais raras, tornam obsoleto o que havia antes. Entender a diferença entre inovação incremental e disruptiva ajuda a decidir onde colocar tempo e dinheiro, e a não se deixar levar por modismos.

O que você vai ver
  1. O que é inovação incremental
  2. O que é inovação disruptiva
  3. As principais diferenças
  4. Quando apostar em cada uma
  5. Um olhar sobre a própria empresa
  6. Perguntas que sempre aparecem
Etapa 1 de 6

O que é inovação incremental

A inovação incremental é a melhoria contínua do que já existe. Ela parte de um produto, serviço ou processo conhecido e o torna melhor, mais barato, mais rápido ou mais confiável.

Exemplos típicos:

As características mais comuns são risco menor, retorno mais previsível e aproveitamento do conhecimento que a organização já tem. O cliente continua reconhecendo o produto, apenas percebe que ele ficou melhor.

Etapa 2 de 6

O que é inovação disruptiva

O termo ganhou força com o professor Clayton Christensen, da Universidade Harvard, a partir de meados dos anos 1990. No sentido original, disruptiva é a inovação que começa simples, mais barata e voltada a clientes ignorados pelas empresas líderes, e que, ao melhorar com o tempo, acaba tomando o mercado principal.

A história da tecnologia está cheia de casos assim:

Nesses casos, os líderes não falharam por incompetência. Falharam porque estavam ocupados atendendo bem seus melhores clientes, que no início não queriam a novidade.

Etapa 3 de 6

As principais diferenças

Comparando os dois tipos lado a lado:

Vale lembrar que, no uso cotidiano, "disruptivo" virou sinônimo de qualquer novidade chamativa. Nem toda tecnologia nova é disruptiva no sentido original do conceito.

Etapa 4 de 6

Quando apostar em cada uma

A escolha depende do estágio e da situação do negócio.

A inovação incremental costuma ser prioridade quando:

Faz sentido reservar espaço para apostas disruptivas quando:

Para a maioria das pequenas e médias empresas, o equilíbrio mais saudável é concentrar a maior parte do esforço em melhorias contínuas e manter uma fração pequena de tempo e recursos para experimentos de maior risco.

Etapa 5 de 6

Um olhar sobre a própria empresa

Algumas perguntas ajudam a fazer o diagnóstico: que clientes estamos deixando de atender por considerá-los pouco lucrativos? Existe alguém oferecendo uma versão mais simples do que fazemos? O que nossos melhores clientes pedem, e o que os clientes que não compram de nós gostariam de ter?

As respostas não indicam um caminho único, mas mostram onde estão as oportunidades de melhoria e onde podem estar as ameaças.

Etapa 6 de 6

Perguntas que sempre aparecem

Inovação disruptiva é sempre melhor do que a incremental? Não. São estratégias diferentes. A incremental sustenta o negócio atual com menor risco; a disruptiva pode criar mercados novos, mas é mais incerta e demorada.

Quem criou o conceito de inovação disruptiva? O conceito foi popularizado por Clayton Christensen, professor da Universidade Harvard, em trabalhos publicados a partir de meados dos anos 1990.

Uma pequena empresa pode ser disruptiva? Pode. Muitas disrupções começaram com empresas pequenas atendendo clientes ignorados pelas líderes, com ofertas mais simples e baratas.

Em resumo

O que é inovação incremental: o essencial

A inovação incremental é a melhoria contínua do que já existe. Ela parte de um produto, serviço ou processo conhecido e o torna melhor, mais barato, mais rápido ou mais confiável.

O que é inovação disruptiva: o essencial

O termo ganhou força com o professor Clayton Christensen, da Universidade Harvard, a partir de meados dos anos 1990. No sentido original, disruptiva é a inovação que começa simples, mais barata e voltada a clientes ignorados pelas empresas líderes, e que, ao melhorar com o tempo, acaba tomando o mercado principal.

As principais diferenças: o essencial

Comparando os dois tipos lado a lado: